Repentinamente, o estalo que dá ao inspirar-se com ideias subversivas, me fez lembrar
do que guardara na no lugar mais seguro do mundo.
Após perceber que minhas condições obejetivas não me permitiam realizar meus anseios,
a partir de uma cobinação de elementos que precedem a ação, busqei em novidades recem
adiquiridas pelo meu irmão, o que me faltava, conseguindo assim preparar aquele que seria
minha companhia na escuridão do quintal.
A perna de grilo depois de muitas camadas espeças de goma, tragaram-se por forças alheias,
para os confins mais escuros e irrigados do pulmão deste que vos escreve, atenuando o
contraste das cores e sons e expandindo meus horizontes.
Depois disso, nunca mais enxerguei a vida sob a mesma perspectiva.
Tirados da geladeira, imprevisíveis e requintados saciadores do vazio aberto por razões
muito conhecidas e que ao cair da noite se mostravam sob a face mais truculenta. Ainda bem que
eu as havia guardado, pude assim distanciar-me da ansia do consumo imediato.
Bruno Santos- Bolinho Geografia- UFAL
quinta-feira, 21 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
UM poema de DOIS
um vinho...um fininho...uma lua....
até rima
é verdade
.....eu gamadão..... colado na sua....
ixe..me faltou palavras
lombra.....lua....lemramças....
lembranças, luas, lombras
corações , sensações, tentações
ilusões? conlusões? ações?
num descompasso compassado de um gole e um trago
de um momento bem vivido, sentido, incisivo
de um olhar meio despido e no canto um sorriso
um sorriso descontradio, de um amigo, no qual imterage vários motivos
amigo que perturba, q inquieta q tira sono e alegra a madrugada
madrugadas algres, sexys, ousadas, será q há limites para o que se desejas?
e o que são limites? seriam delimitações da mente qnd essas condicionam posturas e "padrões" a serem seguidos??
será que são somente delimitações da mente, ou a força q o coração sente?
limites, delimitações, mentes, força, corações, sentir....um turbinado de sentimentos e nos meus olhos uma dança, um momento, o vento que embala uma melodia de um menino envolvente
uma menina que sente o que não deve se sentir? proque nos apegamos a padrões, a sanções que estamos destinados a prosseguir, e porque não se libertar, e porque não ser livre pra amar, e expressar esse amor, amor é sinônimo de amor?
sinônimo de dor?*
ui
e agora josé???
.......
eu quero um samba p me aquecer quero algo p beber QUERO VC..peça td que quiser....qnts sambas aguentar dançar , mas n esqueça do trato, nos so vamos embora qnd td terminar..;;...eu tenho a chave nada impede a vida acontecer...DEIXE-SE ACREDITAR TD VAI ACONTECER....
até rima
é verdade
.....eu gamadão..... colado na sua....
ixe..me faltou palavras
lombra.....lua....lemramças....
lembranças, luas, lombras
corações , sensações, tentações
ilusões? conlusões? ações?
num descompasso compassado de um gole e um trago
de um momento bem vivido, sentido, incisivo
de um olhar meio despido e no canto um sorriso
um sorriso descontradio, de um amigo, no qual imterage vários motivos
amigo que perturba, q inquieta q tira sono e alegra a madrugada
madrugadas algres, sexys, ousadas, será q há limites para o que se desejas?
e o que são limites? seriam delimitações da mente qnd essas condicionam posturas e "padrões" a serem seguidos??
será que são somente delimitações da mente, ou a força q o coração sente?
limites, delimitações, mentes, força, corações, sentir....um turbinado de sentimentos e nos meus olhos uma dança, um momento, o vento que embala uma melodia de um menino envolvente
uma menina que sente o que não deve se sentir? proque nos apegamos a padrões, a sanções que estamos destinados a prosseguir, e porque não se libertar, e porque não ser livre pra amar, e expressar esse amor, amor é sinônimo de amor?
sinônimo de dor?*
ui
e agora josé???
.......
eu quero um samba p me aquecer quero algo p beber QUERO VC..peça td que quiser....qnts sambas aguentar dançar , mas n esqueça do trato, nos so vamos embora qnd td terminar..;;...eu tenho a chave nada impede a vida acontecer...DEIXE-SE ACREDITAR TD VAI ACONTECER....
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Tendência ao Isolacionismo
Cheguei hoje a essa conclusão, demorei a perceber o mal que me atacava, e está atacando, me proporcionando depressões de fim de semana. E de segunda a sexta. é a ressaca, a recuperação.
Os sóis das manhas de segunda me trazem a esperança de uma semana renovada, pós um fim de semana isolado, por mais que, tenham tido pessoas ao meu redor. Sim, compreendo muito bem o que se passa a minha volta. Mas, continuo num isolacionismo inconsciente que aflora de variadas formas, desde de uma "idéia" durante um sarau, até o meu silêncio eterno em outros momentos- viro olhimhos.
É, é a crise, o refluxo, a família, a mediocridade da nossa formação, a merda das nossas vidas.
Os desamores, os desvalores. Os desgostos de uma vida, vivida oprimida. Que me formou na condição de opressor.
Engraçado quando despertamos pra militância. O começo da tendência ao isolacionismo?
É, pra mim foi um vício, e como na vida concreta da classe trabalhadora, da juventude da periferia desse país, são brutalmente criminalizados. Lógico- eis a diferença, eles morrem com muita, mais muita frequência- MESMO.
Eles viram estatística de óbitos, e quanto a mim? me chamam de vanguarda.
E nessa perspectiva de análise, me isolo.
Será que ainda possuo amigos na minha rua? Ou sou uma mera lembrança? que as vezes nos retoma, mas em rápidos segundos, desaparece.
Acho q não é assim que quero ficar registrado na história, não quero ser era, quero ser o fui. Contribuir da melhor forma possível para a transformação desse miserável mundo capitalista.
E assim dou prosseguimento ao meu sofrimento, a tendência ao isolamento.
Ter consciência de classe....
Será que é só isso?
Será que só ter a consciência, de fato nos remete a uma ação da classe? não uma ação DE classe, mas uma ação DA classe.
Ou continuaremos a viver enquanto pequena-burguesia agindo em prol da classe?
O que nos prende? SIM, reconheçamos que temos medo, MEDO dessa classe desconhecida.
Será que é por isso que ouço constantemente essa crítica? "Vocês estão isolando" E de fato, o refluxo por qual passamos nos coloca no isolacionismo.
É, é a conjuntura......[risos].....
A conjuntura dos amores somente amados, nenhum deles até agora concretizados. E quando aponto essa possibilidade, ou me isolo pela solitude, ou pelas distâncias ditas "geográficas"
Nem o maior avanço da era, também dita "informacional", que desenforma, que segue na lógica da comprssão espaço e tempo. Consegue aproximar as pessoas, unificá-las, e ao mesmo tempo, na sua fragmentação, nos isolar, nos isolar da natureza, da humanidade.
Porque sentimos saudades? Podemos sentí-la por coisas ainda não realizadas? Chego a outro fato, a saudade nos isola.
Fico por aqui, hoje é sexta a noite.
Ritual de iniciação ao isolamento.
Os sóis das manhas de segunda me trazem a esperança de uma semana renovada, pós um fim de semana isolado, por mais que, tenham tido pessoas ao meu redor. Sim, compreendo muito bem o que se passa a minha volta. Mas, continuo num isolacionismo inconsciente que aflora de variadas formas, desde de uma "idéia" durante um sarau, até o meu silêncio eterno em outros momentos- viro olhimhos.
É, é a crise, o refluxo, a família, a mediocridade da nossa formação, a merda das nossas vidas.
Os desamores, os desvalores. Os desgostos de uma vida, vivida oprimida. Que me formou na condição de opressor.
Engraçado quando despertamos pra militância. O começo da tendência ao isolacionismo?
É, pra mim foi um vício, e como na vida concreta da classe trabalhadora, da juventude da periferia desse país, são brutalmente criminalizados. Lógico- eis a diferença, eles morrem com muita, mais muita frequência- MESMO.
Eles viram estatística de óbitos, e quanto a mim? me chamam de vanguarda.
E nessa perspectiva de análise, me isolo.
Será que ainda possuo amigos na minha rua? Ou sou uma mera lembrança? que as vezes nos retoma, mas em rápidos segundos, desaparece.
Acho q não é assim que quero ficar registrado na história, não quero ser era, quero ser o fui. Contribuir da melhor forma possível para a transformação desse miserável mundo capitalista.
E assim dou prosseguimento ao meu sofrimento, a tendência ao isolamento.
Ter consciência de classe....
Será que é só isso?
Será que só ter a consciência, de fato nos remete a uma ação da classe? não uma ação DE classe, mas uma ação DA classe.
Ou continuaremos a viver enquanto pequena-burguesia agindo em prol da classe?
O que nos prende? SIM, reconheçamos que temos medo, MEDO dessa classe desconhecida.
Será que é por isso que ouço constantemente essa crítica? "Vocês estão isolando" E de fato, o refluxo por qual passamos nos coloca no isolacionismo.
É, é a conjuntura......[risos].....
A conjuntura dos amores somente amados, nenhum deles até agora concretizados. E quando aponto essa possibilidade, ou me isolo pela solitude, ou pelas distâncias ditas "geográficas"
Nem o maior avanço da era, também dita "informacional", que desenforma, que segue na lógica da comprssão espaço e tempo. Consegue aproximar as pessoas, unificá-las, e ao mesmo tempo, na sua fragmentação, nos isolar, nos isolar da natureza, da humanidade.
Porque sentimos saudades? Podemos sentí-la por coisas ainda não realizadas? Chego a outro fato, a saudade nos isola.
Fico por aqui, hoje é sexta a noite.
Ritual de iniciação ao isolamento.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
menina estressaaaaaaaada
"A inspiração vem do desejo de se desejar o indesejável, porque o que desejas, você nunca o perdeu..."
[02:13:51] tati*: "E o que nós, nós pessoas conscientes das nossas ações, dos atos, das nossa palavras, das nossas caminhadas, realmente fazemos de fato?"..atlas vzs tive dessas viagns no terminalll
[02:15:07] tati*: Ach oq deve estar pensando...uq essa doida faz aki enchendo meu skype enquanto n estou??? Florzinhas, ligações ocultas, meu blog...
[02:15:26] tati*: Te respondo::: é uma forma de lhe fazer presente nas minhas madrugadas...
[02:16:33] tati*: Aí perguntas: e pq tanta questão da minha presença em suas madrugadas... Então respondo: pq nessa minha vida louca de morcego qm me acompanha é a lua, e a lua só me traz lembranças, me acalma e sempre sorri p mim e tenho q responder seu sorriso.
[02:18:16] tati*: ... e nas lembranças e nas vontades contidas fica a saudade. a saudade sempre de um último abraço, de um último e distante bj, de um último xeiro, de ultimos olhares, de momentos vividos e interrompidos por decisão própria...
[02:20:33] tati*: vontade ... vontade....
[02:23:42] tati*: subtamente coloquei um adesivo no furo do meu para-quedas...será q ao cair ele n queria mais subir? n sei..só sei q forcei sua subida c medo de mudanças..mas as mudanças n estavam sendo feitas na queda do para-quedas?nao sei..nunca sei..nunca compreendo..apenas quero viver...só q viver é complicado...n acha?
[02:25:36] tati*: então sem querer furar esse para-quedas d novo, por medo da queda...ele fica aqui com o adesivo..e se esse adesivo soltar n sei uq pod acontecer...[
[02:29:00] tati*: as vzs queria surtar, desligar, me disprender..mas n seria loucura dmais...to direcionando minha vida ond n me permitirao tais comportamentos....mas nas intimidades ficam desejos, sonhos, sorrisos ,luas...
[02:35:01] tati*: s eu tiver t xateando, atrapalhando, contrariando, complicando,perturbando...ou qlqr "ando" q t incomodes e n queiras mais ser irritado...fala ... fala logo q n mais t atrapalharei c "tolices"...(saudades de tudo)
[02:57:49] tati*: e voltando ao blog...:"talvez" é foda...diz muito de tudo.
[04:45:50] tati*: pq n escrves mais?? no na metade do su blog..d tras p frente...
[05:21:57] tati*: "perfeita imperfeição"..palavras doces, determinadas, confusas, muito confusas...vontade de dar colo. Obg por me permitir passar a madrugada com seus pensamentos, sentimentos, momentos. Bom trabalho, meu doce sempre menino doce!
[02:13:51] tati*: "E o que nós, nós pessoas conscientes das nossas ações, dos atos, das nossa palavras, das nossas caminhadas, realmente fazemos de fato?"..atlas vzs tive dessas viagns no terminalll
[02:15:07] tati*: Ach oq deve estar pensando...uq essa doida faz aki enchendo meu skype enquanto n estou??? Florzinhas, ligações ocultas, meu blog...
[02:15:26] tati*: Te respondo::: é uma forma de lhe fazer presente nas minhas madrugadas...
[02:16:33] tati*: Aí perguntas: e pq tanta questão da minha presença em suas madrugadas... Então respondo: pq nessa minha vida louca de morcego qm me acompanha é a lua, e a lua só me traz lembranças, me acalma e sempre sorri p mim e tenho q responder seu sorriso.
[02:18:16] tati*: ... e nas lembranças e nas vontades contidas fica a saudade. a saudade sempre de um último abraço, de um último e distante bj, de um último xeiro, de ultimos olhares, de momentos vividos e interrompidos por decisão própria...
[02:20:33] tati*: vontade ... vontade....
[02:23:42] tati*: subtamente coloquei um adesivo no furo do meu para-quedas...será q ao cair ele n queria mais subir? n sei..só sei q forcei sua subida c medo de mudanças..mas as mudanças n estavam sendo feitas na queda do para-quedas?nao sei..nunca sei..nunca compreendo..apenas quero viver...só q viver é complicado...n acha?
[02:25:36] tati*: então sem querer furar esse para-quedas d novo, por medo da queda...ele fica aqui com o adesivo..e se esse adesivo soltar n sei uq pod acontecer...[
[02:29:00] tati*: as vzs queria surtar, desligar, me disprender..mas n seria loucura dmais...to direcionando minha vida ond n me permitirao tais comportamentos....mas nas intimidades ficam desejos, sonhos, sorrisos ,luas...
[02:35:01] tati*: s eu tiver t xateando, atrapalhando, contrariando, complicando,perturbando...ou qlqr "ando" q t incomodes e n queiras mais ser irritado...fala ... fala logo q n mais t atrapalharei c "tolices"...(saudades de tudo)
[02:57:49] tati*: e voltando ao blog...:"talvez" é foda...diz muito de tudo.
[04:45:50] tati*: pq n escrves mais?? no na metade do su blog..d tras p frente...
[05:21:57] tati*: "perfeita imperfeição"..palavras doces, determinadas, confusas, muito confusas...vontade de dar colo. Obg por me permitir passar a madrugada com seus pensamentos, sentimentos, momentos. Bom trabalho, meu doce sempre menino doce!
sexta-feira, 28 de maio de 2010
As desmemórias de um desmemoriado
A desmemoria de uma lombra, de uma cerveja, de uma droga,
A desmemoria da realidade,
A desmemoria de um jovem vendedor de amendoim,
De uma casca de amendoim no chão, que foi tornada festiva,
De um garçom,
A desmemoria de uma transporte publico que não roda 24h,
A simplificação,
A desmemoria de valores, dos atores da nossa sobrevivência.
A desmemoria da precariedade, da informalidade, da necessidade de venda,
DA FORÇA DE TRABALHO,
Não caímos no atalho,
Levamos baculejo, , levamos porrada,
Não levamos,
Não levamos comida a nossa mesa,
Só trazemos tristeza,
Lágrimas,
De um menino morto de cansaço de um dia inteiro depois de trabalhar no sinal,
De farol em farol,
De carro em carro, de vidro em vidro,
De cola em cola,
Pra não reprovar na escola,
Na escola da vida,
Uma vida sem memória,
A desmemória
A desmemoria da realidade,
A desmemoria de um jovem vendedor de amendoim,
De uma casca de amendoim no chão, que foi tornada festiva,
De um garçom,
A desmemoria de uma transporte publico que não roda 24h,
A simplificação,
A desmemoria de valores, dos atores da nossa sobrevivência.
A desmemoria da precariedade, da informalidade, da necessidade de venda,
DA FORÇA DE TRABALHO,
Não caímos no atalho,
Levamos baculejo, , levamos porrada,
Não levamos,
Não levamos comida a nossa mesa,
Só trazemos tristeza,
Lágrimas,
De um menino morto de cansaço de um dia inteiro depois de trabalhar no sinal,
De farol em farol,
De carro em carro, de vidro em vidro,
De cola em cola,
Pra não reprovar na escola,
Na escola da vida,
Uma vida sem memória,
A desmemória
domingo, 8 de novembro de 2009
fragmentos....
O mar, a areia, a praia, a fumaça, a cabeça, as mulheres e os homens, as pessoas.
E o sol?
Vai se escondendo.
Fi da pé do canso samariano que queimou o dia todo. E iluminou o sorriso, o olhar, sua face, seu corpo, iluminou-a.
Ele não mais queima a terra em seu poente, queima o prédio que construiram na sua frente.
E o sol?
Vai se escondendo.
Fi da pé do canso samariano que queimou o dia todo. E iluminou o sorriso, o olhar, sua face, seu corpo, iluminou-a.
Ele não mais queima a terra em seu poente, queima o prédio que construiram na sua frente.
sábado, 29 de agosto de 2009
Cabisbaixo,
olhar sereno,
fita suas mão....
o que será que estás pensando?
devaneando?
lembrando do tempo,
em que o tempo era um fator não muito importante em suas vidas?
olhando suas mão,
as mesmas mãos que trabalhou a terra,
as mesmas mãos que nunca o foram em vão,
que sabem mexer na terra,
cuidá-la,
envolve-la,
fazer dela brotar as mais belas árvores,
os mais saudáveis alimentos,
o mais belo sentimento......
fita suas mão....
o que será que estás pensando?
devaneando?
lembrando do tempo,
em que o tempo era um fator não muito importante em suas vidas?
olhando suas mão,
as mesmas mãos que trabalhou a terra,
as mesmas mãos que nunca o foram em vão,
que sabem mexer na terra,
cuidá-la,
envolve-la,
fazer dela brotar as mais belas árvores,
os mais saudáveis alimentos,
o mais belo sentimento......
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